sexta-feira, 16 de dezembro de 2011


O Free Step 


O Free Step é a evolução do antigo Rebolation, que é a evolução de uma outra dança estrangeira, chamada Charleston Dance (dança em que se movimentam as pernas, ouvindo uma espécie de blues como musica), que o brasileiro viu, gostou, e adaptou à musica eletrônica criando o rebolation. A dança virou diversão entre jovens e fez muito sucesso em festas Rave no Brasil por volta de 2008 e 2009, seguindo o gênero Dance baseava-se nos ritmos Psy e Trance. No fim de 2009, viu-se na necessidade de criar novos passos para a dança, pois o Rebolation estava muito limitado a passos pra frente e pra trás, não havia muita variação. O Rebolation então passou por uma reformulação, tornando os passos mais elaborados principalmente pela utilização de saltos na sua própria base. Ainda no final de 2009, a banda de Axé Music chamada Parangolé criou uma música chamada Rebolation, inspirada na dança, mas insinuando que ela se baseava em rebolados de axé e não no movimento das pernas. A música fez muito sucesso no Brasil e com isso foi feita a associação geral da população entre o Parangolé e o Rebolation, constrangendo quem dizia que dançava Rebolation. O nome "Free Step" foi dado por "dancers" dessa modalidade, e fez muito sucesso, principalmente pela internet. Hoje há competições chamadas "Meet Up" em que os dançarinos competem entre si, sendo julgados pela inovação, sincronismo, perfeição, e criatividade nas sequências.

Principais movimentos

  • BASE: A base é o principal movimento do Free Step. Nele cruza-se as pernas para frente, para trás ou para os lados. Normalmente quando utiliza a Base, o dancer tende a movimentar-se na direção para a qual é executada o passo. Com treino desenvolve-se a habilidade de fazer uma Base sem sair do lugar onde está. Com mais treino ainda consegue-se fazer uma Base em qualquer direção que se deseja, mas poucos conseguem esta façanha.
  • HAND MOVES: Os movimentos de mãos complementam os passos com as pernas, geralmente são inspirados no estilo Tecktonik. Utilizam-se estes movimentos especialmente nos estilos Joker e Dirty do Free Step (leia adiante).
  • KICKS: Os chutes são usados com muita frequência para incrementar a Base.
  • SPINS: Os spins (giros) também são muito usados e de diferentes formas, tendem a ter um efeito visual mais atraente mas requer mais experiência do dancer para utilizá-los.
  • COMBOS: Sequência de movimentos livres predefinidos, como hand moves, kicks, e spins, podendo até entrar passos de outras danças

Estilos

  • Basic Style: Consiste em dançar com a base e os movimentos sem quebras ou misturas. O estilo mais limpo possível de se dançar.
  • Kick Style: Quando utiliza-se muitos passos diversificados baseados em saltos e chutes.
  • Speed Style: Consiste em movimentos de base acelerados e curtos; rapidez é o foco. Utilizado especialmente em músicas com mais de 130 batidas por minuto onde o espaço de tempo entre um grave e outro é muito curto.
  • Slide Style: Utiliza passos onde geralmente um pé tende a ficar fixo enquanto o outro é deslizado pelo chão.
  • Joker Style: Movimentos de intenção humorística, com interpretação e musicalidade. Utilizado para fazer o público rir em competições, ridicularizarando seu oponente. Tudo levando-se em conta o Espírito Esportivo.
  • Robot Style: Usa movimentos de braços e pernas em estilo robótico, baseado pricipalmente no estilo Poppin do Street Dance.
  • Agressive Style: Também conhecido como Agressive Mode é o mais elaborado das vertentes do Free Step, utiliza movimentos extremamente fortes e de impacto. Devido a necessidade de mais velocidade e perfeição nos movimentos é o mais complicado de se dançar. Normalmente apenas dancers medianos e experiêntes conseguem utilizado pois, além da concentração, exige que o dancer esteja muito auto-confiante. Seu visual é impressionante mas os erros também serão muito visíveis caso aconteçam.

Fonte: Wikipedia 

Dança: Free Step

12 curiosidades sobre a camisinha


1) Em 1564, o anatomista italiano Gabriel Fallopius criou a primeira camisinha. Era uma peça feita de linho e tripa que se mantinha presa ao pênis por uma faixa cor-de-rosa fixada diretamente na base.

2)A camisinha de borracha vulcanizada só apareceu por volta de 1840.

3) Em Londres, no século XVIII, comerciantes vendiam preservativos lavados, de segunda mão, com desconto.

4) As camisinhas descartáveis só foram inventadas nos anos 30.

5) Um operário de Akron, em Ohio, Estados Unidos, chamado Alfred Trojan, num acidente de trabalho em 1921, mergulhou seu membro ereto em um barril de borracha vulcanizada. Foi ele quem acabou por
fundar a maior companhia de camisinhas do mundo.
6) Ossos do ofício, o pobre do pênis de Alfred ficou irremediavelmente
deformado depois da ocorrência.

7) Conta-se que, durante a Segunda Guerra Mundial, a Força Aérea americana jogou milhares de camisinhas do tamanho extragrande sobre o Japão - todas elas vinham propositadamente com a etiqueta "média". A intenção era derrubar o moral do inimigo.
8) Uma lei de 1873 proibiu o envio de materiais "obscenos, libertinos e lascivos" pelo correio americano, incluindo contraceptivos. Com isso,
65.000 camisinhas foram apreendidas em depósitos e médicos corriam o risco de ficar presos por dez anos se citassem o item em sua correspondência. Essa lei vigorou até 1965.

9) Na frança, há uma cidade com o nome de Condom - camisinha, em inglês -, que é motivo de piada entre os turistas americanos. Os franceses, que chamam o item de "préservatif", não vêem graça na gozação.
Recentemente, porém, o povo de Condom entrou na onda: abriu um museu da camisinha e uma fábrica de borracha com sabor de armanhaque, um tipo
de conhaque produzido na região.

10) Um provérbio japonês diz que uma boa dona-de-casa deve sempre guarnecer a bagagem do marido com uma caixa de camisinhas quando ele viaja.

11) Em maio do ano passado, um fabricante colombiano de preservativos lançou a calcinha-camisinha. Em vez de algodão ou tecido sintético no gancho, ela
tem uma fina membrana de resina capaz de esticar como um preservativo na
hora da penetração.

12) Em 1992, uma camisinha feita de membrana animal, com 180 anos,
alcançou o valor de 5.200 dólares em um leilão da Christie's de Londres. Cor-de-rosa, a embalagem exibe a imagem de uma freira "medindo" três sacerdotes seminus e um texto que diz:
"Vou ficar com este".

Curiosidades